Conteúdo! Pensando no público.

Acompanho a algum tempo o conceito de “Marketing por conteúdo” (que não é novo), onde a ideia é se relacionar com seu público de forma não comercial (ou não tão diretamente), oferecendo conteúdos focados, relevantes e inéditos e criando assim uma relação de confiança entre a marca e o público, o que certamente facilitaria na hora da escolha.

Por que estou falando disso? Na última semana estive na youPix, um evento que apesar de ser focado para o público e conteúdo de internet, proporcionou alguns bons debates sobre a televisão e seu futuro, destaco aqui uma delas: TV Social (Convergência de mídias).

Na mesa estava Rodrigo Arnaut (professor da FAAP, fundador da Era Transmídia e pesquisador da TV Globo), Flávio Ferrari (Diretor de mídia, tecnologia e conteúdo na Ipsos Media CT), Fábio Hofnik (realizador audiovisual e produtor de eventos na companhia Imersivos), Rafael Arruda Grostein (Diretor de conteúdo no canal Desimpedidos), André Barros (sócio do canal Desimpedidos) e mediação de Fernando Berenguel (radialista e criador do blog “O Meme é a Mensagem“).

Durante o debate, diversos pontos foram levantados sobre o sucesso do Desimpedidos, que foi de 200 mil fãs no Facebook para 1 milhão e 200 mil no período da copa, bem como a dificuldade das emissoras de televisão converterem usuários em audiência efetiva, mas gostaria de destacar o seguinte ponto:

Deve-se priorizar a produção de conteúdo, sem se importar em qual “tela” será exibido. Seja na televisão, celular, tablet ou qualquer outro, o usuário hoje busca apenas coisas que lhe interessam. O Youtube deu esse poder as pessoas, elas podem agora montar sua grade de programação, filtrando por temas de interesse e com horário flexível. Então as televisões devem pensam em possibilidades que atentam também estas características.

Esta possível mudança de comportamento por parte das emissoras demanda tempo, pois qualquer mudança na TV Aberta depende ( e deve mesmo depender) de diversas pesquisas, pois uma queda de audiência significaria a perca de anunciantes, e consequentemente dinheiro.
Nota-se que nos últimos anos a audiência da TV tem caído, e consequentemente que o acesso ao Youtube se multiplica. Inclusive, em um  congresso realizado recentemente aqui no Brasil, a gerente de parcerias estratégicas do Youtube, Amy Singer, disse que o Brasil é o país que mais consome vídeos no YouTube.

O papo é longo, então nas próximas semanas volto a falar sobre a ideia do “Conteúdo”.
Quem quiser ler mais sobre, deixo aqui alguns links interessantes sobre o assunto:

http://marketingdeconteudo.com/

http://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/imprensa/especialistas-dizem-que-sites-de-jornais-devem-pensar-em-conteudo-nao-apenas-em-design-305/

http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/digitos/2014/04/14/a-explosao-do-marketing-de-conteudo/

 

 

Por
Rodrigo Angelotti dos Santos

 

 

Vestíveis, conectados, mas… seguros?

Os gadgets disponíveis hoje em dia para nos deixar mais conectados são de uma variedade crescente inacreditável. Os vestíveis são itens que sempre me surpreendem e me assustam ao mesmo tempo e, parafraseando alguém que me chamou a atenção pelo comentário e não pela obra em si: não consigo deixar de pensar nos Jetsons. Acontece que nos Jetsons eles não lidavam com crimes cibernéticos que já fazem parte da nossa rotina e vão fazer ainda mais.

A verdade é que estudiosos já começam a se preocupar com os vírus desses gadgets essencialmente pela quantidade de dados pessoais que eles armazenam e armazenarão cada vez mais. O preço dessa tecnologia ainda é salgado, mas como tudo, tende a se popularizar rapidamente. E já imaginou se você perde aquele relógio que está pareado com o seu notebook, com o seu smartphone ou o seu tablet que carregam informações da sua empresa, e, pior, de sua família (-humanizemos um pouco as coisas)… A segurança dos dispositivos tem de ser pensada na sua concepção. Tamanha facilidade tem de vir acompanhada de igual segurança.

 

Segurança virtual

Tony Anscombe, chefe de produtos gratuitos da AVG, demonstra sua preocupação e diz que os ataques deverão focar nos smartphones conectados aos dispositivos vestíveis, já que o mecanismo de funcionamento já é conhecido pelos hackers e, normalmente, os usuários são obrigados a usar dois ou mais dispositivos ‘smart’ pareados. Certo que, pode parecer tendencioso vindo do alto escalão de uma empresa de antivírus, mas obviamente não podemos descartar que hoje muito menos “coisas” guardam muito mais informações e quando há “mais coisas”, todas elas tem as mesmas informações, o que deve ser um prato cheio para um hacker. Um relógio leva a um computador, a um celular, que leva a um carro, que leva a um lugar, uma conta no banco e pronto… sua privacidade que é criminosamente invadida e obviamente os danos não serão pequenos.

Anscombe também questiona a privacidade quando cita carros conectados: “Quando eu vender esse carro, o comprador terá acesso às minhas informações? Vou poder realizar um reset de fábrica no automóvel?”; perguntas como esta reiteram a questão de que o avanço da segurança tem de ser proporcional ao avanço de facilidades digitais. Me questiono até onde esses vírus podem chegar… Se quando alcançarem vestíveis como o “Google Glass” todas as imagens da câmera poderão ser acessadas pelo hacker… Preocupa.

Notamos que não é só um problema dos vestíveis. É algo que atinge tudo que esteja conectado e que de alguma forma vá ser acessível posteriormente por alguém, ou ocasionalmente em decorrência de um furto.

O mercado dos gadgets vestíveis e da “internet das coisas” ainda é muito novo, o que gera alguns receios aos investidores de grandes marcas.  No caso dos vestíveis, percebemos um gancho muito grande que tentaram pegar com o modismo do esporte. A Nike por exemplo abriu mão da sua divisão de gadgets vestíveis, e segundo o porta-voz da empresa, Brian Strong, a Nike deve manter o foco em outras prioridades. Mas me pergunto se esse “abandono” da Nike dessa frente tecnológica não se deu justamente quando analisados os riscos de vírus nesses novos produtos. Especialistas devem constatar uma necessidade de fabricação de mecanismos contra essas ameaças, o que deve gerar ainda mais custos, o que talvez inviabilizasse um produto desse para um especialista em esporte. Em contra partida, a Google vem apresentando novas opções como o Android Wear e o tão amado e questionado GoogleGlass. Situações como essa me fazem acreditar que temos produtos que apresentam muitas facilidades mas ainda não estão preparados para assegurar nossa privacidade adequadamente, uma vez que isso deixaria os dispositivos ainda mais caros do que já são. E percebemos que só quem vem investindo nisso são empresas de tecnologia, não empresas de vestuário investindo em tecnologia para seus produtos. Enfim… pode ser só mais um motivo para desconfiar da segurança.

E independente de segurança, vírus em vestíveis podem não ser uma boa ideia. Imagine:

Dia atribulado, sem tempo pra nada, seu relógio que está conectado com a sua geladeira mandou sua lista de compras para a oficina e era uma vez o jantar!

…Há de se achar um pouco de humor…!

 

Flaw Bone

TV Digital no Brasil – Da película ao bit [4]

Continuando a série de postagens sobre a TV Digital no Brasil, falo hoje um pouco sobre a relação Sociedade e Tecnologia.

As evoluções entre gerações nunca foram tão rápidas e significativas. A nova geração é tecnológica, digital e conectada. Se torna múltipla nas conexões e tem necessidade de interação/informação. E focando este público que tão logo será maioria na sociedade, a TV se reinventa, passa de emissora de conteúdo continuo e que se utiliza do esquema – emissor – mensagem – receptor onde quem assisti é mero espectador, e passa agora para uma geradora de múltiplos conteúdos, abre espaço para ouvir e interagir com o público e torna a telecomunicação a via de duas mãos com a possibilidade de retornar a informação.

Notamos nos últimos anos o crescimento astronômico do site de vídeos Youtube e isso explica muita coisa. Números apontam que a cada minuto são enviados ao site mais de 72 horas de vídeo. Hoje a necessidade da informação não tem hora marcada para começar como em uma grade de programação.  O Youtube, enquanto portador de vídeos por demanda, se mostrou eficiente nesta solução pois as pessoas não precisavam ficar acordadas até a madrugada para assistir determinada competição das olimpíadas de Pequim, ela simplesmente escolhia a hora, encontrava a prova que queria no site, e assistia, com as vantagens se pausar e pular partes menos interessantes na sua avaliação.

Começamos com isso entender que esta flexibilidade de programação adaptada para sua rotina se torna necessária, mas possuir também o tempo real como opção. Por exemplo, a pessoa pode assistir no outro dia o capítulo da novela que perdeu mas também assistir à um jogo da copa do mundo ao vivo. Não precisamos olhar longe para imaginar esta situação, basta olharmos para sistemas como o NetFlix.

O advento das novas tecnologias já está alterando a estrutura das emissoras de televisão. Vilches (2003) traz uma importante contribuição com seu livro A migração digital. O pesquisador espanhol nos mostra com muita propriedade qual será o novo papel da mídia, dos espectadores e usuários no novo negócio da comunicação. Neste novo contexto, a mídia passa a oferecer menos produtos e espetáculos e mais serviços. Para ele, em pouco tempo será difícil falar de bons ou maus programas, mas sim em utilidade e inutilidade. Outra estratégia apontada pelo autor é de que as novas ações de marketing dos conglomerados de comunicação (geralmente empresas de rádio, televisão, jornais e revistas) buscam criar serviços integrados convertendo-se em portais na internet onde o conteúdo produzido nas mídias tradicionais é oferecido em sua totalidade ou não, gratuito ou restrito a assinantes. O que já vem sendo realizado pela TV Globo, TV Record, SBT e Band.

Encontrei esta imagem na internet e deixo registrado que a questão vai muito além, mas serve para um comparativo superficial e prático, com tópicos que o Digital parece ser capaz de resolver.

Youtube x TV
Youtube x TV

Por

Rodrigo Angelotti dos Santos

Referências:

GOBBI, MC., and , KERBAUY, MTM., orgs. Televisão Digital: informação e conhecimento [online]. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura acadêmica, 2010. 482 p. ISBN 978-85-7983-101-0.

O Rádio e a Audiência [2]

Dando sequencia na série o Rádio e a Audiência, trago aqui uma notícia que por enquanto atinge somente a área da televisão, mas que em possivelmente em breve estará sendo usada no rádio.

Foi anunciada nesta quinta-feira (14), a contratação do instituto GfK. A empresa alemã prestará o serviço de verificação de audiência, e marcará presença como um novo concorrente para o Ibope.

Segundo o Jornal Folha de S. Paulo, as quatro redes mais interessadas em ter um novo instituto para medir a audiência no Brasil – Record, SBT, Band e RedeTV – prometem fazer muito barulho para o anúncio. A Globo ainda não adotou o serviço.

As emissoras irão noticiar a chegada da empresa em um comunicado oficial, em rede nacional.

O acordo final entre as redes e a GfK foi fechado na quarta-feira (13). O contrato tem duração de sete anos, o instituto terá 1.500 peoplemeters (aparelho que medem audiência, instalados nas casas selecionadas para amostragem) a mais do que o Ibope.

O trabalho começará em dezembro, mas os primeiros dados oficiais devem ser anunciados só no segundo semestre de 2014.

De fato, uma segunda fonte de pesquisa de audiência em nosso país, aplicará em mais dados e mais opções para as emissoras.

Até o momento, a GfK não se manifestou se seus estudos serão aplicados na medição de audiência no rádio, mas visto que as novas medidas na mudança do AM e o rádio digital com cada vez mais força, podemos em breve ter mais uma nova opção na medição de audiência.

AUDIÊNCIA

Bom, agora retomando ao assunto principal da série, vamos ver algumas ferramentas que vem sendo usadas não só pelos institutos de pesquisas, mas também por emissoras de rádio na hora conhecer e saber que os ouve.

É importante ressaltar que vivemos um momento no qual qualquer veículo de comunicação precisa estar muito bem conectado e receptivo as opiniões e gostos do seu público. O sucesso ou fracasso de programas e séries ficam dependentes de comentários na internet, papos informais e, consequentemente, em números baixos de audiência.

A mudança de hábito dos ouvintes das rádios AM e FM estão fazendo com as emissoras busquem meios de comprovar suas audiências online. Com a era da mobilidade, o público online está crescente e já compõe uma parcela bem significativa dos ouvintes. Grande parte dos ouvintes já vem buscando na internet e outras plataformas digitais, a maneira mais simples e rápida de ouvir sua rádio favorita.  Porém, mesmo sendo reconhecida pelos veículos, essa parcela considerável de ouvintes ainda não tem representação oficial de institutos de pesquisas.

Do outro lado, algumas rádios divulgam seus dados, mensurados por elas mesmas, pois elas precisam de métricas padronizadas para este público.

E por enquanto, esse falta de informação atinge as verbas publicitárias, pois as agências dependem de dados de audiência na distribuição de fatias publicitárias durante seu planejamento.

Num ambiente em que as redes sociais virtuais e as tecnologias potencializam o papel do usuário/receptor/ouvinte, novas formas de monitoramento e análise precisam ser criadas, passando inclusive por uma reforma estrutural na programação das emissoras.

NOVAS TECNOLOGIAS

400px-Streaming

Se tiver uma conexão de Internet e quiser encontrar arquivos de áudio e vídeo por streaming, você não precisa procurar muito longe. Som e vídeo tornaram-se parte comum de sites em toda a web, e o processo de uso desses arquivos é bastante intuitivo. A maioria dos sites de emissoras de rádio já utiliza este serviço que ainda pode fornecer ferramentas de monitoração da audiência.

Na próxima postagem pretendo aprofundar um pouco mais sobre o streaming, e como poderá ser o futuro do rádio.  Até breve!

Lucas Morgante

Fonte:

http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/em_perspectiva/2012/05/04/O-radio-em-numeros.html#ixzz2kppk6LH9

http://informatica.hsw.uol.com.br/streaming-video-e-audio1.htm

Transmissões ao Vivo pela Internet. Uma nova TV ?

O número de transmissões de vídeo e áudio ao vivo pela internet cresce a cada dia,  e o público online parece gostar da tendência já que grandes empresas do ramo de tecnologias e de comunicação, como Google e Globo,  já utilizam da modalidade que chega mais com o intuito de complementar do que concorrer com outros meios.

E expansão da banda larga pelo país facilitou o acesso a essas transmissões ao vivo, já que é necessário nestes casos uma internet com alguns requisitos mínimos para que se carregue e execute o stream. O próprio Google libera a seus usuários uma versão do Hangout, que permite você transmitir um vídeo para mundo, ao vivo, direto de sua webcam por exemplo.

Prova de que o número de pessoas que já utilizam desta nova tecnologia cresce a cada dia, foram os números alcançados durante a última Champions League,  onde o Portal Terra realizou a transmissão ao Vivo, online, e diz ter alcançado 9,4 milhões de brasileiros e realizado durante toda a competição um total de 54 milhões de streamings de vídeo ao vivo e on demand. O destaque ficou por conta que desses números, um total de 15% foram executados de aparelhos portáteis como Tablets e SmartPhones. O Portal Globo.com também realizou a transmissão ao vivo da final da competição, inclusive gerando um programação especial voltada a transmissão online, com mais de 3 horas de pre jogo, locutores e comentaristas exclusivos e cobertura total do evento, tudo para a plataforma online.

Fato é que a demanda por vídeos online teve seu boom com o Youtube (e outros milhares de sites de compartilhamento de vídeo online) e a facilidade com a qual conteúdo vídeo é gerado na rede. As pessoas se acostumaram a buscar explicações para suas dúvidas, entretenimento, notícias, tudo em formatos audiovisuais numa evolução perfeita do que a TV se propôs a fazer.

Rodrigo Angelotti dos Santos
Comunicação Social –Rádio e Televisão

TV e Internet: Inimigas ou aliadas?

Frente a frente, os 2 meios de comunicação mais populares do planeta. A importância de cada um se torna inegável a esta altura, já que a Televisão mudou a forma como as pessoas vêem o mundo, tornando nítido os fatos desde o inicio do século 20. A internet, mais recente, mudou a forma como as pessoas se comunicam e interagem, agrupando conhecimento  e rompendo barreiras, tornando tudo possível em apenas um clique.

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Ambas precisam de pessoas para as movimentar, e principalmente para utilizar o conteúdo gerado. Acredito que não há esta tão comentada “concorrência”, e que cada uma tem sua importância e característica única. Por exemplo, na busca por informação a internet sai na frente no quesito quantidade e possibilidades de fontes para a informação, porém, na TV todas essas informações já foram apuradas e repassadas, não exigindo esforço por parte do expectador. Em contra partida na internet há a opção de escolher a informação (ou segmento) que deseja, além de permitir a  escolha da hora em que se quer ver, enquanto na televisão você está submetidos a “grades”.

A interação Internet e Televisão se aproxima ainda mais quando falamos em Smart TVs ou, Televisores com acesso a internet (e que pode ainda aliar-se a tão esperada TV Digital). A junção destas facilidade traria largas vantagens as Televisão, já que ao assistir um comercial de TV, por exemplo, instantaneamente poderia se clicar e ir direto as compras, tudo pelo controle remoto, sem esforço algum.  Tudo bem que estamos longe desta plano ideal de TV Digital e que há ainda o “habito”, mas este assunto fica para outra postagem específica sobre a integração Internet e TV.

Enquanto essa integração total não avança, conflitos entre os meios surgem. O mais recente e mais comentado foi o caso da emissora Globo, que decidiu remover de suas postagens no Facebook todos os links, alegando que “O Facebook não é importante na distribuição da Globo. Representa menos de 2% na média, em alguns produtos menos de 1%”, afirma Juarez Queiroz, CEO da Globo.com .

Muito se falou sobre o tema, alguns defendendo a emissora no que diz respeito a dependência de grandes sites como Google e Facebook, que podem sim em alguns anos sumir, como aconteceu com o Orkut, e outros muitos criticando tal atitude, alegando que a Rede Globo não soube utilizar o poder das redes sócias, alegando que a maior parte de sua audiência esta lá e agora não tem acesso direto ao conteúdo devido a ausência de facilidades (links).

Entendo a posição da Globo e a posição das pessoas que comentaram sobre porém acredito que a questão vai além do que se vê. Basicamente tudo hoje na internet gira em torno de Visitação e venda de anúncios, para que esses visitantes vejam marcas. Então, logo entende-se que o Facebook com seu gigante alcance, estava tomando alguns anunciantes do Globo.com, tendo em vista a possibilidade de anúncios pagos na rede social, além de filtros mais específicos de quem atingiria, coisa que em um website como o Globo.com fica difícil, por ser aberto a todos, inclusive ao anônimo (que não se tem nenhuma informação sobre).Então esta pode ser a saída encontrada pela emissora para forçar o leitor a visitar sua página, e não mas só ler o resumo no Facebook, além de tentar deixar claro sua não dependência das redes sociais. Um erro ou um acerto ? Uma discussão longa em um meio ainda não explorado.

E você, oque achou a decisão da Emissora em não fornecer mais links de acesso em suas postagens nas redes sociais?

 
Rodrigo Angelotti dos Santos
Comunicação Social –Rádio e Televisão